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Em busca de oportunidades de Negócios

Cabo Verde: China e países lusófonos reúnem no Sal

Praia - A ilha do Sal acolhe, entre 17 e 19 de Junho, o Encontro de Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa.

São esperados 500 participantes, na sua maioria chineses que procuram
aumentar o seu volume de negócios no mercado lusófono.

A reunião do Sal, a maior a realizar-se no país devido ao número de participantes, surge na sequência de outras realizadas no âmbito do Fórum Macau e pretende encontrar novas oportunidades de negócios e parcerias entre a China e os países lusófonos.

Durante o evento, cada país apresentará as suas oportunidades de negócios e bolsas de contactos, enquanto os privados presentes também terão espaço para darem a conhecer os seus interesses.

Participam no encontro do Sal instituições de promoção do comércio e investimentos, câmaras de comércio, autarquias, associações empresariais, empresas e individualidades da China e dos países lusófonos.

A iniciativa acontece em simultâneo com a IV Edição da Expotur, a Feira de Turismo de Cabo Verde.

(c) PNN Portuguese News Network

2012-04-27 16:27:32

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Comentários
  
Luis Duarte Pinto  2012-05-04 10:43:55
As decisões que a CEDEAO tomou na mini-cimeira de Dakar, não me deixou surpreendido, porque, infelizmente, pode-se dizer que a Guné-Bissau, enquanto País lusófono e tendo em conta o seu passado histórico e a sua cultura secular, encontra-se localizado no sítio errado e a partilhar o seu dia-a-dia com vizinhos errados. Não foi por acaso que a CEDEAO que nunca teve uma reacção plausível em relação as constantes crises políticas na Guiné-Bissau, decidiu finalmente acordar, para: 1 - Não permetir a implementação das medidas propostas pela CPLP, visam erradicar pela raiz as causas das constantes instabilidades na Guiné-Bissau; 2- para expulsar as Forças Angolanas da Guiné-Bissau (interessa a Nigéria); 3 - Para não permitir a construção do Porto de Águas Profundas, em Buba (interessa ao senegal, País que ingere constantemente nos assuntos internos da Guiné-Bissau); 4 - Para paulatinamente islamisar a cúpula política da sub-região; 5 - Para vingar o facto de Angola ter então apoiado Laurent Gbagbo na sua disputa eleitoral com o actual Presidente da Costa do Marfim (interesse pessoal do actual Presidente da Costa do Marfim).


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