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Vida da população tem vindo a deteriorar-se

Guiné-Bissau nas mãos dos golpistas e seus aliados da CEDEAO

Bissau – Faz cinco semanas, esta terça-feira, 22 de Maio, que os militares da Guiné-Bissau, influenciados por Kumba Yalá e pelos candidatos derrotados na primeira volta das Eleições Presidenciais, interromperam o processo eleitoral em curso, prenderam o Presidente interino e o Primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior e tomaram o poder.

O pretexto dado foi a presença da missão militar angolana (MISSANG), que estava no país, a pedido do Governo legítimo, para apoiar a reforma das Forças Armadas.

O golpe militar desencadeou a condenação unânime dos países da região e de organizações internacionais como a CPLP, a CEDEAO, a União Africana, as Nações Unidas e o Departamento de Estado norte-americano.

Internamente, a reacção popular foi também de absoluta condenação. A seguir ao golpe, os salários dos funcionários públicos deixaram de ser pagos, o abastecimento de combustível cessou e a vida da população tem vindo a deteriorar-se.

A Guiné-Bissau é membro da CPLP (por razões de ordem político-cultural) e da CEDEAO (por motivos de ordem político-geográfica).

Numa crise deste tipo, seria essencial que estas organizações coordenassem esforços para, de acordo com as decisões tomadas na sequência do golpe, contribuírem para o restabelecimento do status que antecedia ao golpe: o Governo do PAIGC, de Carlos Gomes Júnior, e a conclusão do processo eleitoral.

O contrário é uma contradição ao espírito da ordem internacional, aos próprios estatutos, decisões e resoluções destas organizações.

Valendo-se de ter conseguido a libertação dos governantes legítimos, a CEDEAO apoderou-se do processo. Entretanto, alterou radicalmente as disposições iniciais. Na sua última resolução acaba por, continuando formalmente a condenar o golpe e os golpistas, legitimar a sua acção de forma tácita.

Ao adoptar uma solução que coloca como Presidente interino um dos apoiantes do golpe, a CEDEAO cria uma transição de um ano para novas eleições e afasta do poder os governantes eleitos. Prepara-se ainda para pedir financiamento para a operação à comunidade internacional, nomeadamente à União Europeia.

O reconhecimento desta situação deverá abalar a já pouca confiança nos mecanismos da ordem internacional. Se os militares da Guiné-Bissau prevalecem contra todas estas organizações e declarações solenes de condenação, estará legitimada a força como modo normal de os descontentes alterarem a vontade popular.

(c) PNN Portuguese News Network

2012-05-22 17:47:19

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Comentários
  
badio  2012-06-12 18:19:02
Todas as pessoas de bem, têm que malhar nestas bestas que andam a maltratar um povo já há muito sofredor. Sou caboverdiano vivo em Lisboa há décadas e tenho muitos amigos guineenses entre os quais balntas e nenhum concorda com o que esse trapalhão intitulado de general anda a fazer.

Esse sr quer dividir o povo para melhor tirar o proveito. Na sua maioria os Balantas não concordam com a divisão que ele quer demonstrar.
Nem ele sabe o que há-de fazer depois do golpe.A única coisa que esse sr. pretende é ganhar tempo e amealhar mais alguns milhões e dar de fuga.

Mas saiba que a comunidade internacional já está alertada e os guineenses não estão a dormir. Golpistas e seus lacaios, peguem na vossa trouxa e no que já roubaram e ponham-se a milhas.A justiça está chegando.


Badio  2012-06-12 02:56:30
Quando chegar a ordem, vou ter pena de anibais, canibais, finhanys e finados, pamelo e camelos, césares, macacos e mais alguns perdidos na civilização atual.

Sem ofensa aos últimos, os golpistas e seus lacaios têm os dias contados.


Júlio Barbosa  2012-06-11 20:36:20
Caro irmão e compatriota, Badio. Tal como tu, eu sou cabo-verdiano, nascido na ilha do Fogo, como já fiz menção numa resposta que dei a algumas pessoas, esperando ansiosamente que essas mesmas respostas sejam transmitidas e explicadas a um certo grupo de animais, cujas caraterísticas físicas são semelhantes às de um macaco.

Pena é porque alguns macacos já estão habituados a conviver com seres humanos, enquanto esses (como o finhany, Aníbal, pamelo e vizinhos), que circulam pela Guiné-Bissau, estão muito longe dos outros macacos atrás citados e por isso, dificilmente chegarão a esses patamares.

Apesar de serem animais (refiro-me a esses lacaios do Kumba Yala e das tropas de tabanca), conseguem ter na sua mente algumas aldrabices, ao ponto de conhecerem as picadas nos matos que vão dar aos locais onde são distribuidos as embalagens com drogas que posteriormente serão entregues aos destinatários astuciosos, corruptos, bandidos e assassinos, que nunca tiveram e nem terão compaixão do massacrado povo da Guiné-Bissau.

É preciso muita força e coragem, para dar um combate sem tréguas a esses safados
e malfeitores sem coração.

De qualquer forma o lugar desses canalhas está reservado e um dia a justiça será feita, mas não em nome do comparsa, ditador e parasita de barrete vermelho que é mais parecido com o diabo quando vê a cruz.

Para terminar, digo ao meu amigo Badio, que eu trabalhei durante três anos (de 1996 até 1999), no Comando de Santa Catarina. Vivo em Lisboa, mas neste momento trabalho na Praia e moro em Lem Ferreira e aguardo por ti quando voltares, porque não moro na selva como certos animais.

Um abraço deste teu amigo, que, tal como as outras pessoas de bem, deseja sempre o melhor para a Guiné-Bissau.

Juntos conseguiremos vencer a todos os Kumbas, Yalas, Indjais e quejandos.

Viva o povo da Guiné-Bissau.


Badio  2012-06-08 16:08:24
Sr Júlio Barbosa, sou caboverdiano de Assomada Santa Catarina, ao contário desses bicharocos, nasci numa vila(hoje cidade), a 42 km da Praia. guentis di Santu. Lulu di Santu. Nanti di Santu(nha pai)Mateus dos Santos Semedo. É óbvio que não vou me apresentarâ essa gentalha como finhany e pamelos e outros energúmenos. Assim que chegar a Cabo Verde, contacto-me consigo, vamos rir à grande e à custa dos palhaços do costume, sem ofensa aos palhaços.

badio  2012-06-08 16:01:39
aníbal, tu e toda essa cáfila de mongolóides, quando falam de Cabo Verde deviam -se curvar. Não se curvam porque vocês não têm espinha dorsal, são lesmas.A Guiné-Bissau é muito mais do que meia dúzia de malandros fardados e seus lacaios´. aníbal, finhany, pamelo, césar, maets e todos os outros bastardos, têm que se preocupar porque a justiça está chegando.Sois filhos abandonados, não conhecem os pais, daí a vossa frustação. Dentro de um curral passam despercebidos. Vocês não representam nada. Todos num saco no fundo do mar, chorámos o saco. Bestas quadradas, sem ofensa às bestas.

Júlio Barbosa  2012-06-08 15:12:45
Ao animal, bárbaro, cafageste, malandro, terrorista, traficante, déspota e assassino, conhecido por Aníbal.

Em nome dos humanos, digo ao animal em causa, que não se escreve nehandartal.
Se eu, Júlio César, sou pilantra, não sei como hei-de qualificar-te a ti, ilustre malandreco, tosco, nabo e cafageste sem nível.

Não estou a associar-te aos balantas e Kumba Yala, porque tu és sócio da primeira hora desses bandidos e selvagens.

Estou mais do que certo, de que tu estás mais próximo de um macaco do que eu.

Aliás, tu não és parecido com um macaco, porque já o és. Nasceste macaco e como tal hás-de morrer.

Seria bom para o teu país se metade da sua população sofresse de demência como eu.

Se conheces o Comandante Marcelino Correia, irmão do Paulo Correia, assassinado pelos próprios guineenses, pergunta-lhe quem é o Júlio César.

Aguardo por uma resposta tua quando saires da selva para tratares dos teus negócios da droga, mas podes crer que não farei mais reparos no teu modo de escrever, tendo em conta o teu fracasso.

Cumprimentos aos da tua laia.


badio  2012-06-07 02:48:29
sou caboverdiano,com muito orgulho, sou africano de qualquer parte, pela minha cor, pelo meu sentimento, por tudo que temos de melhor em África e que faz muita inveja.Sem saber, gosto da Guiné-Bissau, gosto do povo, gosto dos meus amigos, gosto de saber como estão ou como vão e no final digo-vos, destesto ditaduras. A Guiné-Bissau precisa e merece melhor. Os maus vão perder.

Sr. Júlio barbosa um muito obrigado, mas não se deixe influenciar, continue a malhar nas bestas quadradas que envergonham África. Os finhanys,maets,pamelos,césares e todo o lixo feito e despejado em África, serão reciclados e exportados para o devido lugar. Lixo é no lixo. Viva Cabo Verde, viva Guiné-Bissau.


Aníbal  2012-06-06 22:00:17
Vejam só onde chegou o desespero do pilantra Júlio - coitado! Vem agora associar-me a balantas e Koumba Yalá. Os balantas e Koumba Yalá são "homo sapiens", enquanto você é um homem de nehandartal, com mémória fraca...
Disse o Júlio que é funcionário público caboverdiano... Que eu saiba em Cabo Verde não há emprego para chimpanzes como você. Será que você quis dizer que é funcionário no reino de macacos das ilhas caboverdianas? Porque falando de seres humanos seria um erro gravíssimo quaisquer governo empregar uma pessoa que padece de problemas mentais...


Júlio Barbosa  2012-06-06 18:50:00
Boa tarde a todos os amantes da paz. Aos gananciosos e astutos, muita cautela, pois, o fim está próximo.

Ora bem, cá estou eu de novo. Na minha resposta dirigida a um selvagem conhecido por Aníbal, esquecí-me de lhe dizer que nunca tive um patrão bissau-guineense, mas como não sofro de miopia como ele e porque tenho também uma outra visão, peço a qualquer ser humano que mostre a esse monstro, qual é o caminho da verdade e como é que a democracia deve ser exercida.

Eu sei que esse lacaio e patife, refém do bárbaro Kumba Yala, colaborador assíduo e pontual dos outros narcotraficantes fardados, não tem a noção exata daquilo que estupidamente vem proliferando, pelo que muitas vezes deve ser perdoado por causa das suas parvoices. Afinal, não se lhe deve atribuir toda a culpa, uma vez que ainda não está totalmente domesticado, o que não se afigura uma tarefa fácil, tendo em conta o meio onde está inserido. Um animal não tem capacidade para domesticar outro animal!

Não conheço o tal cadogo de quem ele fala, digo, de quem ele zurra.

Quero que esse cavalo, digo, burro, saiba o seguinte: - No meu país os políticos são eleitos de forma democrática, respeitanto integralmente as opções do seu povo.

Os nossos militares conhecem os seus direitos, mas têm a noção dos seus deveres e obrigações perante o país.

Se esse animal conhecido por Aníbal, precisar de algum apoio, nós que somos seres humanos, estaremos sempre ao seu dispor e também à disposição de outros animais, mesmo que sejam de espécies diferentes.

O kumba Yala está de rastos e bem escondido.

Em relação aos outros animais fardados, quando as "coisas" começarem a cair-lhes em cima, ficarão em desespero e num beco sem saída.

Não pensem esses carrascos que os países vizinhos lhes darão apoio. A bem do povo da Guiné-Bissau.

Que se salve a democracia!


Júlio Barbosa  2012-06-06 13:30:25
Olá, estúpido animal, que se apresenta como sendo Aníbal.

Acabei de ler o seu parco comentário e fiquei com vontade de não lhe dar nenhuma resposta, mas sendo eu uma pessoa e não um animal como o Aníbal ou finhany, resolvi responder.

Penso que o "badio" é cabo-verdiano, porque não me parece que seja da tribo balanta, balantina ou Kumbayalantina, mas mesmo sendo de um outro país, ele está e estará sempre na linha da frente em relação a muitos selvagens que aqui deixam os seus amargos comentários.

Saiba o animal Aníbal, que o Júlio César de Barros Barbosa (este é o meu nome completo), não padece de nenhum tipo de frustração, a não ser que tal aconteça por causa da frustração dos outros, isto é, por aquilo que neste momento acontece ao povo da Guiné-Bissau, devido à ganância de alguns e à prepotência de outros, que a todo custo querem chegar ao poder, utilizando a força e a brutalidade para atingir os seus objetivos, em detrimento do já sacrificado povo bissau-guineense.

Se o animal Aníbal acha que o "badio" não é cabo-verdiano, não lhe sei dizer. No entanto, vou apresentar aqui os meus dados pessoais para que todos os animais do seu tipo saibam de onde sou.

Estão aqui os meus dados pessoais: - Júlio César de Barros Barbosa, casado, funcionário público aposentado (desde 21 de Janeiro de 1999), nascido no dia 10 de Setembro de 1952, filho de Sebastião Henrique Barbosa e de Maria Micaela de Barros, natural da freguesia de Nossa Senhora da Conceição, Concelho de São Filipe - ilha do Fogo, Cabo Verde e residente na Cidade da Praia.

Quanto ao facto do animal Aníbal ter dito que sou Cadoguista, isso não me incomoda. Não sou da Guiné-Bissau, nunca lá estive e nem tenho a pretensão de lá ir, sem contudo excluir tal possibilidade, porque, afinal, o mundo é de todos nós.

Eu sou de um país civilizado, de cariz cristão e ocidental, mesmo que isso não agrade a algumas pessoas e a outros tipos de animais.

Para terminar, digo que é notório a fraqueza intectual dos dois animais (finhany e Aníbal), pelo que não vale a pena dar resposta aos seus pobres comentários, porque, mesmo o "vosso" chefe Kumba Yala é um paupérrimo em espírito, mas muito forte em negócios da droga em conluio com os outros animais fardados.

A única frustração minha neste momento, é procurar uma forma mais viável de diálogo com terroristas e analfabetos que não conseguem enxergar um obstáculo que se encontra a um palmo à sua frente. Que pena!



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