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Revelou “O Defensor”

Guiné-Bissau: Mais de 200 pessoas em posse ilegal de armas de fogo

Bissau – No âmbito do processo cadastro de armas levado a cabo no final do mês de Maio pelo Estado Maior General das Forças Armadas, o Ministério da Defesa Nacional, registou na capital 201 armas de fogo de diferentes tipos em situação ilegal.

A notícia foi avançada na última edição do jornal militar guineense “O Defensor”, que a PNN consultou.

De acordo com o semanário, citando a Divisão de Armamento, Técnica e Munições do Estado Maior General das Forças Armadas, entre as referidas armas registadas, das quais espingardas automáticas AKM, pistolas Mauser, espingardas semiautomáticas G3 e pistolas TT, algumas pertenciam a civis, militares, antigos combatentes e deputados.

O mesmo jornal militar guineense informa também que, de acordo com Estêvão Mendes Chefe Adjunto da Divisão de Armamento, Técnica e Munições do Estado Maior General das Forças Armadas, brevemente as forcas armadas, em colaboração com as forças de ordem, vão levar a cabo uma operação conjunta de controlo das armas que ainda possam estar na posse de outras pessoas sem conhecimento das autoridades.

Desde o conflito armado de 1998, vários civis e militares ainda têm em sua posse armas de fogo, não sendo possível contabilizar os casos, porém algumas destas armas foram utilizadas acções criminais cujos autores ainda não foram responsabilizados.

(c) PNN Portuguese News Network

2015-07-02 14:54:44

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Comentários
  
júlio n'tchami  2015-07-29 13:30:17
de acordo com esta fonte agradeço imenso o esforço da divisào em referencia pelos esforço feito em controlar armas que se encontrava na posse das pessoas. gostaria de deixar as minhas sugestoes sobre a forma como fazé-lo:
para mim acho que o controlo deve ser de uma forma clandestina, visto que desde guerra civil de 1998, muitas pessoas incluindo civis e militares tèm nas suas posses armas de grande calibre, nâo querem devolvê-la. agora tenho medo se estas pessoas vao devolver estas armas? no entanto no meu entendimento gostaria que a divisao fizesse um controlo clandestinamente, mas incluindo todas as pessoas nao importando com categoria ou funçao que a pessoa desempenha. no meu entendimento chegaremos ao um fim desejado.



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