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Em Murtosa

Guiné-Bissau participa no III Congresso Internacional de Educação Ambiental

Bissau - O Presidente da Câmara Municipal de Murtosa disse esta quarta-feira, 8 de Junho, que a questão do ambiente deve ser a primeira a ser equacionada na tomada de qualquer decisão, no que concerne mesmo à questão ambiental.

Joaquim dos Santos Baptista fez estas declarações à PNN, à margem da abertura, em Murtosa, do III Congresso Internacional de Educação Ambiental, encontro no qual participaram os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e Territórios.

De acordo com o edil de Murtosa, esta decisão deve ser ainda abrangida pela questão da requalificação de espaços públicos, de políticas públicas de educação ambiental, de mobilidade e de transportes, a questão ambiental, o designo de um território verde.

Neste sentido, o responsável máximo da Murtosa disse estar preocupado com as empresas de indústrias que operam na sua área de jurisdição.

«Não acolhemos qualquer empresa, porque temos algumas empresas pelas suas atitudes produtivas e em termos ecológicos, porque a questão do ambiente encontra-se sempre na nossa preocupação», revelou o responsável, manifestando-se satisfeito por acolher este encontro dos países de língua portuguesa.

Para Joaquim Ramos Pinto, Presidente da Comissão Organizadora do encontro e Presidente da Associação Portuguesa da Educação Ambiental, o encontro da cidade de Murtosa tem como objectivo partilhar experiências sobre o trabalho e o que se faz no campo da questão ambiental, a forma de pensar e tomada de um compromisso ao nível dos países membros participantes da reunião.

«Queremos que este espaço nos sirva para repensarmos as nossas formas de pensar, olhar os problemas ambientais em conjunto encontrarmos a forma de combater os problemas através de propostas, estratégias para combater a situação de alterações climáticas e riscos ambientais, como acontece em quase todos os países membros da nossa organização», referiu.

Em termos de expectativas, à saída da reunião Ramos Pinto disse esperar que, no final do encontro, as ONGs, as instituições Estatais, os investigadores e particulares pudessem definir um compromisso, identificando problemas ambientais que atingem países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

A Guiné-Bissau está representada no encontro por uma delegação chefiada por Fernando Saldanha, que em declarações à PNN disse esperar que, após o final do encontro o país possa beneficiar de apoios no que diz respeito ao combate aos problemas ambientais.
«Vamos divulgar o nosso potencial em termos de ambiente e, de seguida, sensibilizar a rede lusófona para que possa dar apoio à Guiné-Bissau no trabalho de reforço da questão da educação ambiental», referiu.

No encontro participam mais de 400 delegados, que durante quatro dias vão debater, entre outros eixos temáticos, a educação ambiental, a identidade do campo e políticas públicas, recursos e equipamentos, a interpretação e conservação, a comunicação e a arte, a educação ambiental nas escolas, dimensões sócio-económicas e valorização das comunidades locais, e o eixo sobre a educação ambiental, redes sociais e tecnologias de informação.

(c) PNN Portuguese News Network

2015-07-08 16:29:40

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Comentários
  
Saido Dansó  2015-07-09 15:43:39
Devemos proteger o nosso meio ambiente, para que seja efetivo a tal proteçãoo necessitamos duma educação ambiental de qualidade, de manera que estou no inicio dum mestrado na Educação Ambiental, penso que de estariamos aportando o grãozinho de arreia para a proteção da casa de todos que é o meio ambiente, para um mundo livre da contaminação, especialmente a mãe Guiné.

no proteji no mato kila ino riquesa bo  2015-07-08 19:16:51
África do Sul: Traficante de planta condenado a 10 anos de prisão
Cidade do Cabo - Um tribunal sul-africano condenou a 10 anos de prisão um traficante de plantas identificado por Sibusiso Khumalo, soube a PANA esta terça-feira no local.
O caso implicou quatro traficantes, detidos em 2014 por tentarem fazer passar 12 cicadales Karoo, plantas raras do Cabo Oriental em Joanesburgo. Uma única planta pode ser vendida por milhares de dólares americanos.
A planta figura na lista nacional das espécies protegidas e das espécies ameaçadas ou ainda protegidas.
No caso julgado pelo Tribunal Provincial de Jansenville, o juiz Rene Esterhuize condenou os três traficantes Shadrack Matambo, Desmond Manodawafa e Alex Khoza, a cinco anos de prisão cada.
O quarto traficante foi condenado à pena de 10 anos de prisão devido às suas duas precedentes inculpações pelo tráfico de cicadales Karoo.
O veículo utilizado para cometer estes delitos foi igualmente apreendido e confiscado pelo Estado.
A maior ameaça com que os cicadales estão confrontados é o tráfico praticado pelas populações selvagens para abastecer tanto o mercado local como internacional.
As estatísticas actuais mostram que três espécies de cicadales desapareceram da natureza, 12 estão gravemente ameaçadas; quatro estão ameaçadas e nove são vulneráveis.
A organização “ Endangered Wildlife Trust” felicitou, o Ministério Público e os elementos dos Serviços da Polícia Sul-Africana que detiveram estes traficantes de plantas.



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