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Prisioneiras de guerra não muçulmanas

Estado Islâmico vende mulheres como escravas a combatentes feridos

Damasco - O Estado Islâmico (EI) vendeu várias prisioneiras de guerra não muçulmanas como escravas aos seus combatentes feridos no nordeste da Síria, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

A organização não-governamental (ONG), Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), avançou que o EI vendeu várias prisioneiras de guerra não muçulmanas como escravas aos seus combatentes feridos no nordeste da Síria.

Estas mulheres são «exploradas sexualmente», além de efectuarem trabalhos domésticos e ajudarem os combatentes, adianta a organização.

A ONG explicou que a venda de mulheres capturadas pelo EI, na Síria e no Iraque, é um negócio muito lucrativo para os dirigentes e membros do grupo jihadista.

O grupo vendeu quase 300 mulheres yazidis, capturadas no Iraque, aos combatentes do EI na Síria por valores que rondavam entre os 500 e os dois mil dólares por mulher.

O OSDH sublinhou que o EI evita vender prisioneiras curdas, na sequência de vários casos em que escravas deste grupo étnico assassinaram o homem que as comprou, e suicidaram-se em seguida.

(c) PNN Portuguese News Network

2015-11-09 09:45:46

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